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Grafias alternativas: Baël, Baal

Sigilo tradicional — reprodução do selo histórico (domínio público)
Segundo a Ars Goetia, Bael é o primeiro espírito da hierarquia, um Rei que governa no Oriente. Na tradição, é invocado para tornar o praticante invisível e para conceder sabedoria. Fala, conforme as fontes, com voz rouca.
Nas fontes clássicas, aparece sob três formas ao mesmo tempo: como gato, como sapo e como homem, ou com as três cabeças reunidas em um único corpo.
Na leitura tradicional, Bael representa o princípio da autoridade e do poder oculto aos olhos do mundo. Sua posição de abertura da lista é interpretada como símbolo do início do caminho na arte goética.
O nome aparece como Bael, Baël ou Baal conforme o manuscrito. Em algumas tradições, associa-se a antigas divindades semíticas homônimas, o que é tema de debate entre pesquisadores.
Descrições, aparências, hierarquias e legiões: fonte clássica (Ars Goetia / Weyer). Simbolismo: interpretação histórica contemporânea. Divergências entre fontes são indicadas nas notas.