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Grafias alternativas: Paimonia, Paymon

Sigilo tradicional — reprodução do selo histórico (domínio público)
Rei descrito como um dos mais poderosos da Ars Goetia, obediente a Lúcifer segundo a tradição. Ensina artes, ciências e coisas secretas, concede dignidades, responde sobre a terra, as águas e os ventos e proporciona bons familiares.
Nas fontes, surge como um homem coroado de semblante feminino, montado em um dromedário, precedido por uma companhia de músicos com trombetas, címbalos e outros instrumentos.
Paimon é lido, na tradição, como a coroa do conhecimento e da eloquência, associado à maestria das artes e ao magnetismo pessoal.
Chega, segundo a fonte, com grande ruído, e espera-se que o operador o receba de forma específica. A edição de Mathers preserva instruções rituais detalhadas a seu respeito.
Descrições, aparências, hierarquias e legiões: fonte clássica (Ars Goetia / Weyer). Simbolismo: interpretação histórica contemporânea. Divergências entre fontes são indicadas nas notas.